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Mostrando postagens de Julho, 2013

Um conselho do meu amigo Benjamin

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Num breve instante, fala o que querem ouvir, Prum momento qualquer, renega o querer. Eis o salgado do existir, Viver sem poder sentir.
O problema não é universal, Mais sim do material mundo da psique. Aquele que tu modela a sensação, De acordo com a percepção e não da afecção.
Ora, ora, ora – vá-lha-me-deus, Se quiseres que tua genialidade seja reconhecida Crie e não reproduza.
O pessimismo existe pra podermos existir, O culturalismo existe pra poder expandir, A idiotice persiste pra decadência sobreviver. 



Bumja mandando ver

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Poucas vezes achei algo tão necessário quanto este texto no momento em que vivemos!

Onde está acontecendo a festa da modernidade?

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Uma virada de pescoço pra trás e algumas perguntas:
1.Quem leu nas últimas semanas que os partidos de esquerda estavam atrasados na compreensão política? 2. Quem escreveu isto? 3. Quem tentou entender a real influência das redes sociais nas manifestações? 4. Quem acreditou depois dos fenômenos novos de mobilização apresentados que uma nova forma de atuar na política (pra esquerda) surgiria?


Pois bem, muitas pessoas, inclusive eu, estavam se sentindo na missão de ajudar a escrever o tempo novo, tentando cooperar da melhor forma. Mas eis que o velho tempo bate na porta com alguns fatos:
1.O papa está no Brasil e todos, inclusive eu, acompanhando os passos do líder católico; 2. O novo herdeiro da família real inglesa nasceu e é o assunto do momento; 3. Fernando Henrique Cardoso foi convidado por muitos programas pra falar do novo tempo político; 4. O Partido Verde vem à televisão com uma chamada dizendo-se preparado pra suprir os novos desafios da esquerda.
Se, para Hegel, Napoleão era o …

O nosso vandalismo de cada dia

Nas manifestações de junho, dezenas de centenas de milhares de pessoas estiveram nas ruas das principais cidades brasileiras. Ainda não se sabe quais serão os reais impactos políticos que teremos, pois muitas coisas foram faladas e algumas, infelizmente, estão com dificuldades de sair do plano das ideias.
O principal argumento governista-palaciano quanto às críticas deu-se pelo chamado vandalismo. Descreveram sob tal conceito as ações de depredações que alguns grupos fizeram a prédios públicos e instituições privadas. Mas em quais circunstâncias o chamado vandalismo pode ser encarado como algo negativo? Quando uma população ataca agências bancárias – representação maior do capitalismo – a crítica de esquerda ainda sim deve considerar tais ações maléficas?
O conceito de vandalismo vem do fato histórico do povo germânico, denominado Vândalo, que invadiu Roma e depredou obras arquitetônicas e de arte. Sendo assim, ficou denominado de vandalismo tudo aquilo que agredisse o belo nas cidade…