Postagens

O problema de 2013 volta à tona

Imagem
Foram intensos os debates nos quais se abordavam o caráter múltiplo das manifestações de 2013, pois alguns diziam ser somente um cenário de uma retomada da direita em ir às ruas e outros, como eu, falavam que a direita havia entendido a oportunidade de difusão de suas ideias antes de boa parte da esquerda. Agora, com o recém aumento das passagens de ônibus em São Paulo -   a indignação inicial que culminou com o movimento de 2013 ressurgiu e, mais precisamente após o ato de ontem, 12, na capital paulista, já podemos notar pessoas de ideário progressista colocando a culpa no Movimento Passe Livre (MPL). Ora, para isso se faz necessário entender a origem de radicalidade do movimento, sabendo de seus erros e de seus acertos e conhecendo as ideias de especialistas como Lúcio Gregori, que dá subsídios teóricos ao MPL, para entender a forma de atuar. Há um ‘personagem’ que monopoliza a narrativa dos protestos e debates em torno da tarifa do transporte coletivo urbano: a “ca...

Ponte Torta: a importância do restauro de um bem fora da vida prática

"As idéias que as ruínas me despertam são grandes. Tudo se aniquila, tudo perece, tudo passa. Só fica o mundo. Somente o tempo perdura. Como é velho este mundo! Caminho entre duas eternidades. De qualquer parte para onde lanço o olhar, os objetos que me rodeiam me anunciam um fim e me resignam àquele que me espera. Que é minha existência efêmera, comparada à deste rochedo que se alui, à deste vale que se cava, desta floresta que flutua, dessas massas suspensas acima de minha cabeça e que se abalam? (...) Uma torrente arrasta as nações umas sobre as outras para o fundo de um abismo comum; eu, eu só, pretendo parar na margem e atravessar a corrente que corre a meus lados!" Denis Diderot, Salons (1767) “Atlântida! Atlântida! Onde estão agora as florestas, as torrentes caudais, as cidades, os reinos? Onde os homens, os rebanhos, as feras? Monumentos, grandeza, poderio, exércitos, ciências, e as gloriosas artes? Onde jaz sepultado o gênio humano, fertilizador das ...

Mutirão pelo Complexo Fepasa

Objetivo : Encontrar soluções que visem contribuir no financiamento do projeto de restauração do Complexo Fepasa com colaboração da iniciativa privada. Justificativa: Atualmente, Jundiaí conta com um aparelho público fantástico pelo seu valor histórico e estrutura, porém – exatamente por sua longevidade -, necessitando urgentemente de reforma. O Complexo Fepasa irá se tornar um grande centro cultural e é administrado da melhor forma possível com o que tem para oferecer, no entanto, o atual cenário faz com que  a maior parte da estrutura livre não tenha condições de uso, seja por interdição dos Bombeiros ou da própria Prefeitura Municipal de Jundiaí. O Complexo conta com área total de 110 mil m² e 40 mil m² de área construída, com parte ocupada por usos como o Museu da Cia. Paulista, a Fumas, Guarda Municipal , Secretaria de Transportes, o Poupatempo , a   Fatec Jundiaí , o CELMI e agora também a   Estação Juventude . História: A...